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Marcos Alexandre Ferreira Seguir
Acervo de Pirapetinga Documentos, fotos e fatos de Pirapetinga, cada um com a sua fonte. Ficção e imagem de IA não entram aqui.

Acervo de Pirapetinga · pesquisa e curadoria: Marcos Alexandre Ferreira

História de Pirapetinga

O nome Pirapetinga veio primeiro do rio, e depois passou ao povoado.

Virou episódio · E se fosse assim?EP 01 · E se o nosso rio fosse assim?Assista ao vídeo e leia a matéria

Uma palavra antes

Quase tudo o que se publica hoje sobre a origem de Pirapetinga vem de um mesmo livro: a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, volume XXVI, do IBGE, de 1959 [1][2][3]. A prefeitura, a Câmara e o IBGE repetem o mesmo texto [1][2][3]. Então, quando três sites dizem a mesma coisa, é uma fonte só dita três vezes. Isto é uma observação da curadoria, não um defeito de ninguém. Só quer dizer que ainda falta ir aos documentos de origem.

O nome

O nome Pirapetinga veio primeiro do rio, e depois passou ao povoado [1][2].

Há duas explicações para o nome, e elas não batem:

  • O texto de 1959 diz que o nome é indígena: pira é peixe, pe é rio e tinga é branco. O rio teria esse nome pela grande quantidade de peixe branco [1][2][3].
  • A Wikipédia, citando o Dicionário de Tupi Antigo de Eduardo de Almeida Navarro, diz que o nome vem do tupi antigo pirápitinga, "peixes pintados" [4][6].

A Wikipédia diz ainda que o brasão da cidade tem um peixe pintado, por causa dessa origem do nome [4].

Antes de 1850

O texto de 1959 supõe que viveram na região os Puris, da nação dos Tamoios, por causa dos nomes indígenas comuns na área [1][2]. O mesmo texto diz que não foram encontrados vestígios deles [1][2]. A Wikipédia também fala nos Puris como os primeiros habitantes, e também como suposição [4].

Dona Ana e a capela (1850)

Dona Ana Luísa de Assis era viúva de Manoel João da Silveira [1][2]. Ela herdou parte da Sesmaria Solidão [1][2]. As terras iam dos contrafortes da Serra Bonita, do lado do Rio de Janeiro, até além do rio Pirapetinga [1][2].

Para ligar as duas margens, mandou pôr sobre o rio uma sapucaia lavrada, um tronco tão largo que passavam por ele gente e gado [1][2]. Visitando a outra margem, gostou do lugar e se mudou para lá [2].

Perto da casa nova, mandou erguer uma capela a Sant'Ana [1][2]. Ali se rezou a primeira missa daquelas paragens [2]. Era o ano de 1850 [1][2].

Parentes de Dona Ana construíram casas junto à dela [2]. Formou-se um núcleo de 12 moradias, chamado Sant'Ana do Pirapetinga [1][2][3].

O totem do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural, na praça, resume assim: com a igreja e a praça, por volta de 1850, surgiu a cidade, cujo núcleo se chamava Sant'Anna do Pirapetinga [8].

Os primeiros posseiros (1860)

Em 1860 chegaram posseiros que pediram sesmarias [2][3]. Entre eles, o alferes Gabriel Ferreira Souza e Antônio Vieira de Souza [1][2]. Na hoje Fazenda do Engenho, eles montaram a primeira máquina de beneficiar arroz e café e a primeira serraria [1][2][4].

A Wikipédia conta que a economia da região, no século XIX, girava em torno do café, com mão de obra escravizada [4].

Curato, paróquia e Matriz

A capela cresceu junto com o povo. Esta parte tem uma entrada só dela no acervo: 1850-002 · Igreja Matriz de Sant'Anna. Em resumo:

A fachada da Igreja Matriz de Sant'Anna, vista da praça
A fachada da Igreja Matriz de Sant'Anna, vista da praça · foto de 06/10/2026 · Foto: Marcos Alexandre Ferreira (F44 do MAPA-DA-PRACA.md)
  • 1859: Sant'Ana do Pirapetinga vira curato, por provisão de D. Manoel Monte Rodrigues de Araújo, bispo do Rio de Janeiro [1][2].
  • 1876: o curato vira paróquia. O primeiro vigário é o Padre Francisco Júlio dos Santos [1][2].
  • 1885: no tempo dele, constrói-se a Igreja Matriz, em estilo colonial português [1][2].

O trem

O texto de 1959 conta a chegada do trem assim [2]:

  • A Estrada de Ferro Leopoldina (na época, Leopoldina Railway) inaugurou a estação de Porto Novo do Cunha. O plano era seguir até Carangola, passando por Volta Grande, sem chegar a Pirapetinga.
  • Por conta da Companhia Agrícola Pirapetinguense, o Dr. Astolfo Pio da Silva Pinto, que a dirigia, projetou e construiu um ramal ligando Pirapetinga a Volta Grande.
  • Uma das herdeiras de Antônio Vieira, Dona Policena, casada com Antônio Bernardo da Silveira, filho de Dona Ana Luísa, doou o terreno da estação [1][2].
  • O ramal trouxe um novo surto de progresso. O comércio das localidades vizinhas passava por ali.

O site Estações Ferroviárias do Brasil, de Ralph Mennucci Giesbrecht, dá as datas que o texto de 1959 não dá [7]:

  • Em 1876, foi concedida ao Major Antonio Alves Pereira da Silva a autorização para uma ferrovia entre a estação de Volta Grande e Santana de Pirapetinga.
  • O primeiro trecho abriu em 1879. A linha chegou a Pirapetinga em 1880, logo depois da estação de Santa Clara, que mais tarde se chamou Caiapó.
  • A Leopoldina incorporou a linha, que virou ramal (o próprio site traz 1883 e 1885; ver "Divergências").
  • O ramal foi suprimido em 12 de agosto de 1964.
  • A estação foi demolida depois da desativação. No lugar, construiu-se uma estação rodoviária.

A cidade que quase foi (1877)

Em 1877, os moradores organizaram os documentos para elevar o arraial a cidade [1][2]. Chegaram a construir o prédio para abrigar os serviços públicos [2]. Questões políticas impediram [1][2].

O comércio cai

Com novas linhas de trem ligando as localidades vizinhas entre si, Pirapetinga deixou de ser o centro de comércio e de escoamento da região, e o progresso parou [2]. Mais tarde, a ferrovia ficou em segundo plano com a construção de uma rodovia (o nome dela muda conforme a fonte; ver "Divergências") [2][4].

Distrito, nome de santa, município

Pirapetinga sempre esteve em Minas Gerais na divisão civil. O caminho foi este [1][2][3]:

Ano O que aconteceu Fonte
1864 Criado o distrito de Pirapetinga, pela lei provincial nº 1.240, de 29/08/1864, no município de Leopoldina [1][2][3]
1891 Lei estadual nº 2, de 14/09/1891, mantém o distrito em Leopoldina [2][3]
1911 O distrito passa para o município de São José d'Além Paraíba [1][2][3]
1923 Lei estadual nº 843, de 07/09/1923: o distrito passa a se chamar Santana do Pirapetinga, e São José d'Além Paraíba passa a se chamar Além Paraíba [1][2][3]
1938 Decreto-lei estadual nº 148, de 17/12/1938: o distrito vira município, com o nome de Pirapetinga, desmembrado de Além Paraíba [1][2][3][4][5]
1948 ou 1949 Criado o distrito de Caiapó, ex-povoado de Estação de Caiapó (o ano diverge; ver "Divergências") [2][4][5]
1993 Lei nº 845, de 21/05/1993: criado o distrito de Valão Quente [1][2][4][5]

Hoje o município tem os distritos de Caiapó e Valão Quente, além da sede [4][5].

O rio

O Rio Pirapetinga nasce em Leopoldina, a cerca de 600 metros de altitude [6]. Corre uns 100 km e deságua no Rio Paraíba do Sul, pela margem esquerda [6]. Banha o distrito de Abaíba, em Leopoldina, e a cidade de Pirapetinga [6]. Da foz do córrego Caiapó até o Paraíba do Sul, o rio separa Pirapetinga de Santo Antônio de Pádua [6]. A partir da confluência do córrego do Peitudo, marca a divisa entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro [6].

O Rio Pirapetinga: as pedras, a água baixa e a ponte de concreto ao fundo
O Rio Pirapetinga: as pedras, a água baixa e a ponte de concreto ao fundo · data da foto a confirmar · Foto: Marcos Alexandre Ferreira (a mesma do portal do Zé do Mapa, riopirapetinga01)

A Praça Sant'Anna

O totem do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural, de 18 de julho de 2015, com texto do historiador José Mauro Pires Silveira, conta [8]:

Cartão-postal antigo, escrito "Pirapetinga – MG": a Matriz na encosta, com a torre central, as casas em volta e o jardim da praça na frente
Cartão-postal antigo, escrito "Pirapetinga – MG": a Matriz na encosta, com a torre central, as casas em volta e o jardim da praça na frente · não datado · Fonte: Página Pirapetinga antiga (Facebook)
O totem "Praça Sant'Anna: marco central da origem de Pirapetinga/MG", do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural (texto de José Mauro Pires Silveira, historiador, 18/07/2015). É a fonte do texto
O totem "Praça Sant'Anna: marco central da origem de Pirapetinga/MG", do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural (texto de José Mauro Pires Silveira, historiador, 18/07/2015). É a fonte do texto · foto de 06/10/2026 · Foto: Marcos Alexandre Ferreira. Texto do totem: Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Pirapetinga
  • Até 1942, a praça se chamava Praça Coronel Ferraz.
  • O nome mudou com o "Projeto Público de Pirapetinga", do técnico Júlio Steinmetz, na administração do 1º prefeito, José Ferreira de Souza, o Zequinha Ferreira.
  • A praça guarda o traçado desse projeto, com poucas mudanças: o coreto foi modificado e dois canteiros menores saíram.
  • Um projeto de revitalização da Tekbio Consultoria e Soluções Sustentáveis foi aprovado em audiência pública em 20 de agosto de 2013. A reforma manteve a arquitetura original, mas mudou o formato do coreto e de um canteiro central, para receber a escultura da padroeira Sant'Anna.
  • A praça foi tombada como patrimônio cultural pelo Decreto nº 21, de 28 de maio de 2014.

A cidade hoje, em números

Dado Valor Fonte
Gentílico pirapetinguense [2][4]
População 11.077 habitantes (Censo 2022) [4]
Área diverge (ver "Divergências") [4][5]
Altitude da sede 160 m [4]
Ponto mais alto Pedra Bonita, 797 m [4]
Distância de Belo Horizonte 379 km [4][5]
Região Zona da Mata; microrregião de Cataguases [5]
Vizinhos Leopoldina, Recreio, Estrela Dalva, Palma e Santo Antônio de Pádua (RJ) [5]
Lema "Progressista, gentil e altruísta" [4]
Bandeira campo verde com cruz amarela; o brasão no centro, sobre um losango branco [10]
A cidade vista do alto, com a serra no horizonte
A cidade vista do alto, com a serra no horizonte · data da foto a confirmar · Foto: Marcos Alexandre Ferreira (portal do Zé do Mapa, pedrabonita01)

Curiosidades

  1. Uma ponte de um tronco só. Antes de qualquer ponte, Dona Ana ligou as margens do rio com uma sapucaia lavrada, larga o bastante para passar gado [1][2].
  2. O avô do prefeito. O texto de 1959 chama o alferes Gabriel Ferreira Souza de "avô do atual Prefeito Municipal", isto é, do prefeito de quando o texto foi escrito [2].
  3. A cidade teve nome de santa por 15 anos. De 1923 a 1938, o nome oficial do distrito foi Santana do Pirapetinga [1][2][3].
  4. A estação ficou em família. Quem doou o terreno da estação foi Dona Policena, nora de Dona Ana Luísa [1][2].
  5. A estação de Caiapó tinha outro nome. Ela se chamava Santa Clara [7].
  6. Onde era a estação, hoje é rodoviária. O prédio da estação foi demolido, e no lugar fizeram a rodoviária [7].
  7. A praça tinha nome de coronel. Até 1942, era a Praça Coronel Ferraz [8].
  8. As voltinhas. O totem do patrimônio cita as "voltinhas na praça" como parte da memória da cidade [8].
  9. Nem o IBGE sabe a data de instalação. O histórico do IBGE diz, sobre o município criado em 1938: "Não temos a data de instalação" [2].
  10. A imperatriz que não podia estar lá. O texto de 1959 diz que o ramal foi inaugurado por D. Pedro II e "a Imperatriz D. Leopoldina" [1][2]. Mas Maria Leopoldina, mãe de D. Pedro II, morreu em 11 de dezembro de 1826 [9], décadas antes do ramal (1879–1880 [7]). Ver "Divergências".

Divergências e pontos a confirmar

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  • O significado do nome. "Peixe branco" (pira-pe-tinga: peixe, rio, branco) no texto de 1959 [1][2][3]; "peixes pintados" (pirápitinga) na Wikipédia, que cita o Dicionário de Tupi Antigo [4][6]. O acervo registra as duas e não escolhe.
  • O nome de Dona Ana. "Ana Luísa de Assis" no texto de 1959 [1][2]; "Ana Luíza de Assis Silveira" na Wikipédia e no FamilySearch [4][5].
  • O nome da nora. "Dona Policena" no texto de 1959 [1][2][3]; "dona Pulcena" na Wikipédia [4].
  • De quem era o natalício da primeira missa. O texto de 1959 diz "rezando-se, em seu natalício, a primeira missa" [2]. O "seu" pode ser de Dona Ana ou de Sant'Ana. A frase não decide.
  • Quem fez o ramal. O texto de 1959 atribui o ramal à Companhia Agrícola Pirapetinguense, dirigida pelo Dr. Astolfo Pio da Silva Pinto [1][2]. O site de Giesbrecht fala de uma concessão de 1876 ao Major Antonio Alves Pereira da Silva e de uma "E. F. Pirapetinga" de 1880 a 1883, e não cita Astolfo Pio [7]. As duas versões podem se completar, mas falta documento que ligue uma à outra.
  • Quando a Leopoldina assumiu o ramal. 1883 no cabeçalho da página, 1885 no texto da mesma página [7].
  • A data da estação de Pirapetinga. 1880 para Cyro Pessoa Jr. (1886), Edmundo Siqueira (1938) e José Mauro Pires Silveira; 1874 no Guia Geral das Estradas de Ferro (1960), que o próprio site considera errado [7].
  • A imperatriz da inauguração. O texto de 1959 cita "a Imperatriz D. Leopoldina" [1][2], que morreu em 1826 [9]. A curadoria entende que é um equívoco do texto de 1959 (interpretação). O nome da imperatriz certa não foi conferido em fonte aberta nesta pesquisa.
  • A rodovia. "Rodovia RJ-24" no texto de 1959 [2]; "BR-393" na Wikipédia [4].
  • O distrito de Caiapó. Lei nº 336, de 12/12/1948, no IBGE e na prefeitura [1][2]; 1949 na Wikipédia e no FamilySearch [4][5].
  • A área do município. 190,681 km² na Wikipédia [4]; 192,230 km² no FamilySearch [5].
  • A grafia do nome antigo. Sant'Ana, Sant'Anna, Santana do e Santana de Pirapetinga aparecem misturados nas fontes [1][2][3][8].

Pontos sem fonte / a confirmar

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Estes pontos apareceram na pesquisa, mas nenhuma fonte aberta nesta rodada os confirma. Por isso ficaram fora do texto.

  1. O aniversário da cidade (17 de dezembro, data do decreto-lei de 1938?) e se é feriado. Falta a lei municipal.
  2. O brasão, a bandeira e o hino: a lei que os criou, o autor, a descrição oficial. A descrição da bandeira acima é de um site de bandeiras, de 2011 [10].
  3. O artigo "A apaixonante história de Pirapetinga", de José Mauro Pires Silveira, citado pelo FamilySearch [5]. Não foi encontrado na internet.
  4. O nome da imperatriz que teria vindo à inauguração do ramal, e se a visita imperial aconteceu mesmo.
  5. Quando a Companhia Agrícola Pirapetinguense foi fundada e quem foi o engenheiro fundador (o texto de 1959 diz só "um engenheiro") [2].
  6. O peixe desenhado no chão da praça: existe (fotos do Marcos), mas falta fonte sobre quando foi feito e por quem.

Fontes

  1. Prefeitura Municipal de Pirapetinga. História. https://pirapetinga.mg.gov.br/historia/ (cita a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, vol. XXVI, IBGE, 1959). Acesso em 30/10/2026.
  2. IBGE. Pirapetinga, Minas Gerais: histórico e formação administrativa (PDF). Fonte declarada: Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, vol. XXVI, 1959. https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtb/minasgerais/pirapetinga.pdf. Acesso em 30/10/2026.
  3. Câmara Municipal de Pirapetinga. História. https://camaradepirapetinga.mg.gov.br/pagina/1 (mesma fonte de 1959). Acesso em 30/10/2026.
  4. Wikipédia. Pirapetinga. https://pt.wikipedia.org/wiki/Pirapetinga (edição de 28/10/2026; a etimologia cita NAVARRO, E. A. Dicionário de Tupi Antigo. São Paulo: Global, 2013, p. 594). Acesso em 30/10/2026.
  5. FamilySearch Wiki. Pirapetinga, Minas Gerais: Genealogia. https://www.familysearch.org/pt/wiki/Pirapetinga,Minas_Gerais-_Genealogia. Acesso em 30/10/2026.
  6. Wikipédia. Rio Pirapetinga. https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Pirapetinga (cita cartas do IBGE). Acesso em 30/10/2026.
  7. GIESBRECHT, Ralph Mennucci. Estações Ferroviárias do Brasil: Pirapetinga. http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_ramais_1/pirapetinga.htm (atualizada em 16/05/2021; cita Edmundo Siqueira, 1938; Cyro Pessoa Jr., 1886; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; José Mauro Pires Silveira). Acesso em 30/10/2026.
  8. Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Pirapetinga. Totem Praça Sant'Anna: marco central da origem de Pirapetinga/MG, texto de José Mauro Pires Silveira, historiador, 18/07/2015. Praça Sant'Anna. Lido na foto de Marcos Alexandre Ferreira de 06/10/2026 (cópia em fotos\01). Conferido em 30/10/2026.
  9. Wikipédia. Maria Leopoldina da Áustria. https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Leopoldina_da_Áustria. Acesso em 30/10/2026.
  10. FOTW, Flags of the World. Pirapetinga, Minas Gerais (Brazil). https://crwflags.com/FOTW/FLAGS/br-mg600.html (última modificação em 05/02/2011). Acesso em 30/10/2026.

Conferência: todas as afirmações têm fonte (10 fontes, acessadas em 30/10/2026).

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